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EXAMES

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FOOD DETECTIVE - Teste de Intolerância Alimentar

O exame Food detective é um teste para a identificação de intolerância alimentar.

​Simples: Não requer equipamentos e instalações especiais, leitura visual, semi-quantitativa (negativo, fraco, medio e forte nivel de anticorpos IgG). Amostra biológica – sangue total,  apenas uma gota de sangue (50ul) colhida por punção digital. Controle positivo e negativo em cada placa de reação.

Rápido: Tempo total da análise, 40 minutos. 

Específico: Método ELISA – Macroarray, identifica anticorpos IgG total ( subclasses 1,2,3,e 4) para 59 alimentos.
Seguro: Registrado e certificado MS – ANVISA 8011530141
Exclusivo para profissionais de saúde em consultórios e laboratórios.
Desenvolvido e produzido por Cambridge Nutritional Sciences Ltda. (OMEGA Group-UK)

Alimentos Investigados

  • Leite e Ovos: Leite de Vaca, Ovo Total (clara e gema)
  • Peixes, Crustáceos e Frutos do Mar: Bacalhau, Hadoque, Linguado, Salmão, Truta, Atum, Camarão, Caranguejo, Lagosta, Mexilhão.
  • Frutas: Maçã, Groselha Preta (Cassis), Azeitonas, Limão, Laranja, Grapefruit, Toranja, Tomate, Melância, Melão, Melão Cantaloupe,Morango.
  • Grãos e Cerais: Trigo, Trigo duro, Glúten, Aveia, Arroz, Centeio, Milho.
  • Ervas e Especiarias: Gengibre, Alho, Mel, Fermento, Leveduras (panificação e bedidas).
  • Carnes: Carne Bovina, Frango, Cordeiro, Porco.
  • Castanhas e Sementes: Amêndoa, Castanha do Pará, Castanha de Caju, Noz, Noz de Cola,Amendoim, Lentilha, Ervilha, Feijão, Soja, Cacau, Gergelim, Girassol.
  • Vegetais: Brócolis, Couve / Repolho, Cenoura, Alho Porró, Batata, Aipo, Pimentões, Cogumelo.

GenoGym

Por que é bom para você?

Um exame criado para Atletas Profissionais, Atletas Amadores, Desportistas e Praticantes de Academia.

Conhecer seu GENES pode fornecer:

Treinos personalizados.

Redução do Risco Cardiovascular

Melhora do desempenho esportivo.

Melhora na adaptação ao exercício físico.

Analisamos os seguintes GENES:

• AGT , • ACE , • BDKRB2 , • ACTN3-α 

O desempenho esportivo está associado com muitas características como peso, altura, composição corporal, capacidade cardiorrespiratória, capacidade de utilização do glicogênio e lipídeos, bem como os tipos de fibras musculares predominantes e aspectos psicológicos. No teste do Centro de Genomas são avaliados genes importantes envolvidos com aptidão física, visando o melhor direcionamento para o treinamento e melhor performance.

Além disso, auxilia a evitar riscos de lesões, uma vez que haverá adequação ao treino, seja o de endurance ou de força. A herança genética em conjunto com fatores ambientais pode promover melhor adaptação ou adesão a determinado treinamento.

Nutrivieé 2.0

A nutrição personalizada a partir do estudo do seu DNA!

A Genômica Nutricional é ciência que traduz a herança genética individual em condições associadas à Saúde Metabólica. Da mesma forma que podemos aumentar o saldo de saúde de maneira personalizada, podemos potenciar nossa predisposição ao desenvolvimento de doenças crônicas, como obesidade e doenças cardiovasculares.

A partir da análise do material genético de cada um, é possível conhecer riscos que causam prejuízos à saúde e assim trabalhar de forma preventiva e totalmente personalizada para evitá-los ou postergá-los.

O exame avalia 119 variantes do DNA distribuídas em 14 perfis:

1 – Genes Associados à Obesidade

2 – Regulação do Metabolismo Lipídico

3 – Risco do Desenvolvimento de Diabetes Mellitus tipo 2

4 – Hipertensão Arterial e Sensibilidade ao Sódio

5 – Metabolismo do Folato

6 – Metabolismo da Vitamina D

7 – Metabolismo de Vitaminas

8 – MIND

9 – Intolerância à Lactose

10 – Intolerância ao Glúten

11 – Metabolismo da Cafeína

12 – Metabolismo do Álcool

13 – Modulação da resposta Inflamatória, Estresse Oxidativo e Destoxificação

14 – Bioenergética

Para pessoas com dificuldade de emagrecimento e que já tentaram inúmeras intervenções nutricionais, o exame poderá auxiliar a conhecer melhor o metabolismo dos macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídios), além de condições como gasto energético e atividade físcia. Informações sobre riscos de intolerância alimentares precisam ser avaliadas com o perfil a Nutrição de Precisão é baseada em evidências preditivas e preventivas e, portanto, o suporte do profissional habilitado pode trazer mais eficácia e sucesso ao tratamento personalizado.

Perfil Genético de Risco Cardiovascular

A aterosclerose e a trombose venosa são as duas maiores manifestações de doença cardiovascular (DCV). Atualmente, sabe-se que alguns fatores de risco para DCV possuem um componente genético significante (herdabilidade), como colesterol total, HDL-colesterol, fibrinogênio, concentração de homocisteina, triglicérides e pressão sanguínea sistólica/diastólica.

De acordo com a International Task Force for Prevention of Coronary Heart Disease, algumas variações genéticas encontradas no metabolismo de lipoproteinas (APOB e APOE), na homeostase da pressão sanguínea (enzima conversora de angiotensina), na hemostase (fator V de Leiden, protrombina, fator XIII, fibrinogênio) e em mediadores de oxidação contribuem para o risco de desenvolvimento de doença cardiovascular.

A interação complexa de parâmetros ambientais e certas variantes genéticas pode contribuir para DCV.

No perfil CardioRisk são avaliados os seguintes polimorfismos:

1. Fator V de Leiden (G1691A;R506Q): FTO, MC4R, LEP, LEPR, POMC, INSIG2, PPARG, TCF7L2, KCNJ11, ABCC8, GCK, HNF1A e HNF1B (controle e prevenção de obesidade, resistência à insulina, diabetes do tipo 2 e doenças cardiovasculares)

2. Fator V haplótipo R2: Associado com resistência da atividade anticoagulante da APC e com aumento do risco de doença cardiovascular em pacientes portadores do fator V de Leiden. 

3. Fator II (Protrombina): G20210A é o segundo fator genético de risco mais comum para trombose. Pacientes portadores do polimorfismo nesse gene possuem um maior risco de apresentar concentrações mais elevadas de protrombina, o que aumenta o risco de trombose arterial e venosa.

4. Fator XIII (V34L): O fator XIII é uma enzima que agrega a fibrina durante a formação do coágulo. O polimorfismo afeta a estrutura de coágulo de fibrina, levando a rápida fibrinólise e oferecendo proteção contra eventos tromboembólicos. 

5. Beta-fibrinogênio (FGB) -455G>A: O fibrinogênio influencia a agregação plaquetária e viscosidade sanguínea. Ele se acumula na placa aterosclerótica em uma taxa proporcional às suas concentrações plasmáticas. Um polimorfismo nesse gene pode levar à hiperfibrinogenemia, aumentando o risco de acidente vascular cerebral (AVC). 

 6. Inibidor do ativador do plasminogênio 1 (PAI-1 4G/5G): O PAI-1 inibe a fibrinólise (ao inibir o ativador de plasminogênio) e um polimorfismo nesse gene está associado com concentrações plasmáticas elevadas de PAI-1, aumentando o risco de síndrome coronariana aguda (SCA).

7. Antígeno de plaquetas humana 1 (HPA1; GpIIIa; integrina beta 3) L33P: O infarto agudo do miocárdio (IAM) e a angina instável (AI) resultam da formação de agregados de plaquetas no sitio de ruptura da placa aterosclerótica coronariana, os quais dependem da ligação do fibrinogênio e do fator de von Willebrand ao receptor glicoproteína IIb/IIIa na superfície das plaquetas. Um polimorfismo nesse gene esta associado ao risco de AI e IAM.

8. Metilenotetrahidrofolatoredutase (MTHFR) – C677T: A MTHFR é uma enzima do ciclo do folato e, a presença de polimorfismos nesse gene, está associada à produção de uma enzima MTHFR mais termolábil, com redução nas taxas de metilfolato, o que leva a menor eficiência na conversão de homocisteína em metionina e a um aumento nas concentrações de homocisteína. A hiperhomocisteinemia está associada ao risco de desenvolvimento de DCV. 

9. Metilenotetrahidrofolatoredutase (MTHFR) – A1298C : Esse polimorfismo, em associação com C677T, aumenta o risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares.

10. Enzima conversora de angiotensina (ECA): A ECA, principal enzima do sistema renina angiotensina, desempenha um papel importante na regulação da função cardíaca e da pressão arterial ao remover dois aminoácidos da angiotensina I para produzir a angiotensina II (AII), o qual é um potente vasoconstritor que atua através do receptor de AT1, estimulando a proliferação de células da musculatura lisa e a hipertrofia cardíaca. A ECA também metaboliza a bradicinina, um peptídeo vasoativo potente (vasodilatador das artérias periféricas), para uma forma inativa. Associação significativa do polimorfismo com a pressão arterial sistólica e pressão arterial diastólica.

11. Apolipoproteína B (ApoB) R3500Q: A ApoB se liga ao receptor de LDL (LDLR) e, assim,  modula a depuração de LDL e regula a biossíntese de colesterol. Um polimorfismo nesse gene induz a um defeito na APOB-100 da partícula de LDL, responsável pela falha na ligação do LDLR com a LDL, o que provoca um atraso na depuração do LDL e um aumento do risco de aterosclerose e hipercolesterolemia. 

12. Apolipoproteína E (ApoE) E2/E3/E4: Alterações no gene que codifica para essa proteína estão envolvidas com o aumento dos níveis de colesterol (LDL-c) e triglicérides na circulação, devido ao não-reconhecimento dessas moléculas pelos receptores presentes nas células, responsáveis por sua captação no fígado.

Nesse teste são avaliados genes relevantes envolvidos na disfunção endotelial, hiperlipidemia, hipertensão, inflamação e variações genéticas responsáveis pelo sistema de coagulação, as quais podem conduzir à trombose.

InflammAgeing

A Nutrição Personalizada a partir do estudo do seu DNA
InflammAgeing se refere ao estado inflamatório relacionado à senescência e, portanto susceptível a todos os indivíduos. Trata-se de um quadro clínico presente em várias doenças crônicas como doença de Alzheimer, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2 e até câncer. O conhecimento da genética permite identificar riscos importantes à saúde e assim otimizar o aporte de nutrientes específicos de forma personalizada.

Genes Avaliados:
• APOE
• NFR2
• EPHX1
• IL-6, TNF-α
• HFE, G6PD
• TLR4
• SOD2, CAT, GPX1, NQO1
• GSTP1, GSTM1, GSTT1
O Exame Avalia 24 Variantes
Genéticas associadas à:
• Saúde Mental
• Saúde Cardiovascular
• Saúde Respiratória
• Saúde Muscular
• Saúde da Pele
• Saúde Hepática
• Saúde Intestinal

Confira abaixo os detalhes de cada Exame (Indicação, Amostras, Prazos e Transporte)

INDICAÇÃO
Indivíduos que buscam envelhecimento com saldo de saúde.

METODOLOGIA
NGS (Sequenciamento de nova geração).

AMOSTRA
Kit para coleta de células bucais
Sangue Total com EDTA (5 mL)

TRANSPORTE
Kit de Células Bucais – Temperatura Ambiente
Sangue Total (EDTA) – Refrigerado de 2 a 8ºC
Estabilidade de 7 dias.

PRAZO DE RESULTADO
15 dias úteis

Perfil de Composição Corporal – Corporeé

O Perfil de Composição Corporal – Corporeé analisa variantes genéticas que são capazes de avaliar a predisposição à obesidade relacionada a fatores nutricionais e de gasto energético, todas documentadas na literatura científica. Destina-se ao controle ou redução do peso por meio da detecção de SNPs que aumentam o risco de obesidade e afetam as necessidades nutricionais.

O conhecimento do seu perfil genético é fundamental para evitar ou controlar, de uma forma mais eficiente, a obesidade e os riscos que ela traz à saúde. O perfil de Composição Corporal – Corporeé permite que as recomendações nutricionais sejam adaptadas ao seu perfil genético.

Estas orientações são significativamente mais próximas de suas necessidades pessoais do que as recomendações aplicáveis à população em geral. Nós medimos a possibilidade genética de se desenvolver um acúmulo de gordura corporal, não sendo o resultado genético uma sentença inevitável de obesidade.

Como o peso é afetado por inúmeros fatores, é possível otimizar o seu potencial genômico, por meio de mudanças no estilo de vida, para evitar ou reverter a obesidade.

Os genes avaliados por esse perfil são:

Gene de comportamento alimentar e saciedade
• SH2B1 – Associado à sensibilidade de leptina e insulina (habito de petiscar entre as refeições)
• GNPDA2 – Associado à adiposidade corporal (circunferência abdominal aumentada)

Gene associado ao aumento de peso pós-gestacional
• GNB3

Predisposição ao acúmulo de gordura subcutânea
• INSIG2 (acúmulo de gordura corporal)

Predisposição à Obesidade
• FTO (Não saciedade)
• PLIN (Dificuldade em perder peso mesmo com restrição alimentar)

Teste Genético NutriJunior

Utilizando apenas o DNA presente na saliva da criança ou do recém-nascido, o NutriJunior avalia por meio de testes genéticos, o potencial de desenvolvimento de doenças crônicas complexas, com o objetivo de promover desde os primeiros anos de vida da criança, uma ação modificadora do estilo de vida no potencial de expressão gênica.

Com novos testes preditivos podemos buscar uma ação preventiva que irá retardar ou até mesmo evitar o aparecimento dessas doenças crônicas.

Com a correta ingestão de alimentos e hábitos saudáveis baseados no estudo dos genes da criança, hoje pode-se evitar doenças e mudar a expressão gênica.

O Teste Genético NutriJunior foi desenhado para diagnosticar apenas aqueles polimorfismos presentes no DNA que são capazes de trazer o benefício da análise nas intervenções modificadoras do potencial de adoecimento, buscando aumentar o saldo de saúde para o adulto, reduzindo a taxa de doenças crônicas e o adoecimento precoce

Genes avaliados para Controle e Prevenção de Doenças Futuras
1. Obesidade e Diabetes do Tipo 2: FTO, MC4R, LEP, LEPR, POMC, INSIG2, PPARG, TCF7L2, KCNJ11, ABCC8, GCK, HNF1A e HNF1B (controle e prevenção de obesidade, resistência à insulina, diabetes do tipo 2 e doenças cardiovasculares)

2. Desregulação do metabolismo de lipídeos: LDLR, PCSK9, LDLRAP1, CETP, haplótipo APOA1/C3/A4/A5, APOB, APOE, LIPC, ABCG5 e ABCG8, LCAT, PPARG e HMGCR ( controle e prevenção de dislipidemias, síndrome metabólica e doenças cardiovasculares)

3. Hipolactasia Primária (Intolerância à lactose): MCM6 (controle e prevenção de intolerância à lactose, doenças metabólicas, inflamatórias e autoimunes)

4. Doença Celíaca: HLA-DQA1 e HLA-DQB1 (controle e prevenção de Doenças Celíacas e autoimunes associadas)

5. Desregulação do Metabolismo do Folato: MTHFR, MTR, MTRR, CBS, COMT, TCN2 (controle e prevenção de trombose, doenças cardiovasculares, atraso na taxa de crescimento e disfunções neurológicas)

6. Deficiência de vitamina D: VDR (FokI, BsmI, ApaI e TaqI) (controle e prevenção de osteoporose, raquitismo do tipo II dependente de vitamina D, hiperparatireoidismo doenças inflamatórias, dermatoses da pele e doenças autoimunes)

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